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domingo, 8 de maio de 2011

Custo Justo gera mais de 110 milhões de euros em trocas comerciais


  • Mais de 110.000.000€ de negócios no primeiro trimestre de 2011
  • 500 mil anúncios recentes online
  • 80 milhões de impressões mensais

No primeiro trimestre de 2011, o site de classificados grátis custojusto.pt gerou mais de 110 milhões de euros em trocas comerciais, o que vem confirmar a tendência crescente dos portugueses em comprar e vender online e em eleger o Custo Justo como o meio preferencial para o fazer.

Com cerca de 500 mil anúncios activos e 80 milhões de impressões mensais, o CustoJusto.pt é actualmente o melhor site para comprar e vender todo o tipo de artigos: carros, casas, vestuário, artigos informáticos e de electrónica, entre muitas outras coisas que é possível encontrar no site organizado por categorias e por regiões.

Para este impressionante valor contribuiu em primeiro lugar o sector imobiliário que originou, nos três primeiros meses do ano, trocas comerciais no valor de 84 368 487€ (média 140 741€), logo seguido pela venda de veículos com cerca de 21 271 542€ (média 8 618€).

Os artigos para casa e vestuário ocupam o terceiro lugar deste top 5 com 898 395€ (média 105€).

Os artigos de Informática & Electrónica encontram-se em 4º lugar 763.107€ (média 122€) e a categoria Desporto e Lazer ocupa o 5º lugar com 595 614€ (média 162€)

De destacar também o recurso crescente ao CustoJusto.pt como forma de publicitar gratuitamente anúncios de emprego. Actualmente estão disponíveis cerca de 18 mil anúncios de oferta e procura de emprego, de norte a sul do país.

Segundo Pedro Furtado, General Manager do Portal, o principal objectivo para o ano de 2011 “é o posicionamento do CustoJusto.pt como o maior site de classificados generalistas em Portugal, proporcionando aos utilizadores uma plataforma segura, fiável e eficaz para a compra e venda de artigos usados”, explicou.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Processo de compra e venda de carros usados entre desconhecidos

Sempre que se pretende fechar um negócio de um carro usado para venda, colocamos várias questões a amigos e familiares que já tenham efectuado uma compra similar, e muitas vezes não ficamos convencidos. Por este motivo, e para ajudar os nossos utilizadores, tentámos reunir as perguntas mais frequentes no decorrer do processo, e apresentamos aqui as soluções que nos parecem mais acertadas.

  1. Em que momento do processo de compra e venda se efectua o pagamento do carro?

O lógico seria que o vendedor entregasse o veículo e o comprador o dinheiro no momento em que se assina o contrato de compra e venda. De facto, a partir deste momento todos os restantes trámites podem ser feitos por separado, no entanto é mais rápido e fácil quando feitos conjuntamente.

  1. É necessário que as assinaturas que figuram no contracto de compra e venda sejam reconhecidas pelo notário?

Com respeito ao contrato: não é obrigatório ter as assinaturas reconhecidas. Com que ambos assinem é suficiente, o essencial é que vejam fisicamente a outra parte a assinar, e se tiverem uma testemunha, então não haverá problema de todo. Por outro lado, nunca é demais reconhecer as assinaturas num notário, é apenas mais uma burocracia a tratar. Tudo dependerá da confiança que se tem com o comprador.

  1. Não é um pouco arriscado entregar o Documento Único Automóvel/Certificado de Matrícula do carro ao comprador?

A verdade é que sim, por isso se tem confiança com a pessoa, não tem problema. Mas se for um desconhecido, não deverá entregá-lo de imediato, isto porque:

Ainda que o vendedor tenha um contrato assinado com o comprador, o carro ainda está registado no nome do proprietário junto do IMTT. Portanto, na eventualidade de haver algum azar, o comprador vai ter problemas. Por exemplo: multas, um golpe que supere a garantia do seguro do carro, etc.

Estas situações não ficam prevenidas, obrigando o comprador a ter o veículo assegurado no seu nome, no dia em que se assina o contrato. Isto porque as companhias de seguros não vão assegurar ao comprador um veículo que nem sequer está no seu nome. O responsável pelo veículo ainda é o vendedor, até que se notifique a transmissão de proprietário no IMTT, o carro continuará no seu nome.

Solução:

A solução para o problema não é difícil. Recomendamos que o vendedor fique com os documentos (seja o antigo livrete ou Documento Único Automóvel/Certificado de Matrícula) do veículo e que no mesmo dia em que assinem o contrato de compra e venda vão ao IMTT e notifiquem a transmissão de propriedade. Para tal, deverão entregar os documentos da viatura. (Lembre-se de que poderá perder toda a manhã, pelo que o melhor é combinar a ida bem cedo.) Logo depois, de notificar a transmissão no IMTT, o vendedor deverá telefonar para a sua seguradora a dar conhecimento da acção e se necessário anular o seguro. A partir deste momento não terá mais preocupações como o que o comprador fará com o seu veículo.

  1. Quanto tempo é necessário para tramitar os papéis?

Supondo que tanto o comprador como o vendedor querem livrar-se de toda a papelada o mais rápido possível, recomendamos que se faça tudo no mesmo dia e em conjunto.

Comprador e vendedor encontram-se pela manhã à porta do IMTT, se possível bem cedo.

Passo 1. Assinam o contrato

Passo 2. Vendedor dá a chave do veículo ao comprador.

Passo 3. Comprador paga ao vendedor.

Passo 4. Comprador e vendedor tratam juntos da papelada, no IMTT.

Passo 5. Uma vez tramitada a papelada, comprador e vendedor dão um aperto de mão e cada um segue o seu caminho.

Deste modo, ambos intervenientes consomem apenas uma manhã e o comprador vê o carro em todo o momento, já que ambos estão no IMTT a realizar os trâmites, tornando todo o processo mais fácil.

Entretanto se ainda não encontrou o carro que procura, entre no CustoJusto.pt e veja as oportunidades em carros usados baratos perto de si!

Faça um bom negócio!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Aspectos a verificar quando compra um veículo usado

Passo a passo indicamos-lhe o que se deve verificar quando se compra carros usados baratos:

1. No Interior do habitáculo

Sente-se dentro do carro e ligue a ignição, sinta o motor a trabalhar. Veja se há alguma luz acesa no painel e aproveite para verificar o travão de mão. Com o carro ligado e parado, carregue no travão e mantenha o pé no pedal por algum tempo. Se ele baixar aos poucos, denuncia uma fuga de óleo nos travões. Teste os cintos de segurança, verifique os limpa pára-brisas, piscas, luzes do habitáculo, aquecimento, chauffage e todos os acessórios. Olhe em volta, e veja se os bancos estão deformados ou soltos, e se os estofos estão rasgados ou sujos.

2. Inspeccione o motor

Com o motor ligado verifique se há algum barulho estranho. Veja também o nível de óleo, a sua cor e viscosidade, assim como o depósito do líquido de refrigeração do motor, e se este se encontra sujo ou de deteriorado. Confira o aspecto e a validade da bateria (por norma a sua vida útil é de três a quatro anos). Por fim, confirme se o número gravado no chassis é idêntico ao do livrete do veículo.

3. Do Lado exterior

Observe o veículo à luz do dia para verificar pormenores importantes do exterior. O carro deve estar lavado e seco, já que torna mais fácil detectar as imperfeições, mossas, riscos, diferenças de cor na pintura, assim como nas arestas do capô. Bata levemente na carroçaria, se notar diferenças nos sons emitidos, poderá ser sinónimo de que um dano do carro foi corrigido com massa. Se a pintura mostrar bolhas pode significar existência de ferrugem, esta faz-se notar sobretudo junto às borrachas, debaixo das portas e nas quinas inferiores da carroçaria. Verifique também o estado das borrachas, juntas e portas. Por fim, dê atenção ao estado dos pneus e jantes, já que muitas vezes denunciam problemas de suspensão, alinhamento e calibragem das rodas.

Adicionalmente certifique-se de que os equipamentos de segurança obrigatórios estão em boas condições e de acordo com as normas, estamos a falar do pneu sobresselente, macaco, triângulo, ‘kit' de ferramentas, colete reflector. Confirme também a existência de um conjunto completo de chaves de viaturas bem como o comando de alarme, se este existir.

4. Teste o carro em movimento

Efectue o test drive do carro, tente circular na cidade e se possível experimente também andar num pavimento diferente. Ande em frente e em marcha atrás enquanto vira o volante em ambos os sentidos. Se ao travar normalmente, ouvir ruídos metálicos, significa que os calços dos travões estão gastos. Esteja atento para quaisquer trepidações no volante. Largue a direcção em linha recta, e confirme se o carro "foge" para um dos lados. Se tal acontecer, é um claro indício de problemas nos travões, suspensão, direcção ou chassis empenados devido a acidente.

Por fim, se a viatura não o convenceu, pode sempre procurar por outros carros baratos no CustoJusto.pt

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